segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

teu sorriso uma concha






a concha. um espaço fechado semiaberto
uma boca
perolas dentes abrindo a gruta por onde
o riso se desloca. uma parede de ar
o centro prateado
um eu tu eles provando mel e nozes
a boca colher. o sal.

uma criança pedindo o alimento lunar
sois derrento caldas doces
doçura maternal

e a concha entreaberta para o espaço
uma nave
o canto da unidade.
a morte espera na curvatura do sexo
espreita la onde se encontra o prazer.
dissolvem se as sombras dentro do anel
fecham-se portas devagar.









8 comentários:

liliana 24 de Outubro de 2008 7:38  

As portas do amr que se abrem para a vida
Beijos pintados!
Muito amor:)

de uma olhada nesse blog ;)

Anónimo,  24 de Outubro de 2008 15:44  

É inspirador.
Adorei o que escreve.
Parabéns.
Bjos

Anónimo,  24 de Outubro de 2008 15:47  

Simplesmente maravilhoso poema.
Que bom ler e reler tão bela escrita , ver e rever tão bela pintura
.
Parabéns!

Anónimo,  24 de Outubro de 2008 15:49  

Lindo, Maria.
Que plenitude.

Anónimo,  24 de Outubro de 2008 19:10  

Minha querida amiga, muito obrigada pela tua sensibilidade, pelas tuas palavras, pela tua poesia .
Te agradeço o partilhares tanta beleza

Bem hajas, minha amiga!

Anónimo,  25 de Outubro de 2008 6:03  

Mais um belo poema da tua selecção. Gosto muito deste cantinho aqui! :)Muito belo.
Pacificador

Anónimo,  25 de Novembro de 2008 10:06  

Hola!
Me gusta mucho este espacio, felicidades carino!

Anónimo,  25 de Novembro de 2008 10:07  

Onde estiver que esteja bem, amiga, um beijo grande.
Adoro sua poesia e sua arte linda!
E muita paz.

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